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Retrospectiva 2014

O último post antes deste foi sobre os números do blog em 2014. Confiram aqui.

Como vocês viram, tivemos muitos acessos nos vários poemas, contos, crônicas e tudo mais postado no site. Só tenho a agradecer e fico muito feliz em ver os trabalhos apreciados e compartilhados. Comecei a trabalhar com a ideia da revista em junho, mas foi em 8 de agosto o primeiro post do site. Nele, eu contava o que era essa tal de cornucópia. Clique aqui para conferir. De lá pra cá, foram quase  30 posts com conteúdos diversos e tri bacanas.

Tem muito material ótimo no agendamento esperando para ser publicado. Então, aproveite. Reveja a lista e acesse os textos ainda não vistos ou relembre os já vistos. Logo, logo, terá muita novidade por aqui.

Falando nisso, já enviou o seu material?  Tá esperando o quê? 😀 Clique aqui e saiba como.

Autores, confiram os comentários dos leitores nos seus posts. Tem vários muito legais. 😉 – Luciana Minuzzi.

15.01.02 - Retrospectiva

Conto

CONTO: NASCIDA EM SANGUE, POR LUCIANA MINUZZI

PARCERIA: ANTES DO CEDO, POR CESAR DOMITY

CONTO: O ÚLTIMO, POR LUCIANA MINUZZI

Imagem: British Library.
Imagem: British Library.

CONTO: O CASO DA MORENA, POR LUCIANA MINUZZI

CONTO: A CONSULTA, POR FERNANDO RODRIGUES

CONTO: MISSÃO DE AMOR NAS MISSÕES, POR LEONARDO DIAS

Imagem: British Library.
Imagem: British Library.

CONTO: PÉ PELADO, POR LUCIANA MINUZZI

CONTO: QUANDO O GAÚCHO SAI DE FÉRIAS, POR CESAR BORGES

CONTO: CÁRCERE, POR LUCIANA MINUZZI

CONTO: O NÚMERO DO QUARTO É 123, POR VERÔNICA MORTA DA SILVA

CONTO: AS SORRIDENTES, POR MATHEUS RIBEIRO SANTI

Imagem: British Library.
Imagem: British Library.

Poema              

PARCERIA: SOU VERSO, POR MARA GARIN

POEMA: ELA DISSE: (CUM), POR KAKO VON BOROWSKI

Imagem: British Library.
Imagem: British Library.

POEMA E ILUSTRAÇÃO: NA TV SÓ PASSA MERDA – RECUERDOS DE LA MAÑANA, POR PEDRO LAGO.

Imagem: Pedro Lago.
Imagem: Pedro Lago.

POEMA: CÊ, POR EDUARDO RUEDELL

POEMA: VOCÊ EM MIM, POR LAVIOLETE ARAÚJO

Imagem: British Library.
Imagem: British Library.

Crônica

CRÔNICA: (RE) ENCONTROS, POR RAFAEL PACHECO

CRÔNICA: SOBRE A HUMANIDADE, POR SIMONE MACHADO

Imagem: British Library.
Imagem: British Library.

Coluna

COLUNA: PARA REPENSAR A POÉTICA, POR J. ROWSTOCK

Entrevista

ENTREVISTA: O MULTI-TALENTOS ALEXANDRE CARVALHO

14.09.29 - Entrevista_Alexandre Carvalho2
Imagem: Luciana Minuzzi

 

Lançamentos e lembretes

ENVIE O SEU MATERIAL PARA A REVISTA CORNUCOPIA VACUA

VOCÊ VAI NO EVENTO DE LANÇAMENTO DA REVISTA CORNUCOPIA VACUA #00?

COBERTURA DO LANÇAMENTO DA REVISTA CORNUCOPIA VACUA #00

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Imagem: Luciana Minuzzi

 

VOCÊ VAI AO EVENTO DE LANÇAMENTO DA CV #1?

COBERTURA DO LANÇAMENTO DA REVISTA CORNUCOPIA VACUA #01

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Imagem: Luciana Minuzzi

 

FELIZ NATAL, LEITORES DA CV

OS NÚMEROS DE 2014

 

 Um 2015 cheio de boas leituras pra todos nós. 🙂

Coluna: Para repensar a poética, por J. Rowstock

*Este conto faz parte da Revista Cornucopia Vacua #00.

Josué Rowstock, estudante de Letras na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), é quem encabeça o Febre de Rato, projeto independente que injeta literatura todos os dias na linha de tempo do Facebook. Além disso, escreve poesias, crônicas e romances publicados nos jornais, em livros e até nos postes pela rua. Já tive o prazer de prefaciar o seu livro De Tudo e Mais um Pouco, lançado em 2013. Reproduzo um parágrafo aqui, pois ele resume o que penso sobre a obra desse poeta marginal: “Um bom escritor é um bom tradutor do mundo e J. Rowstock é um bom escritor. E escreve em vários lugares: nestas páginas, de modo virtual, no poste pra todo mundo ver. Não se pode fugir do que esse cara tem a dizer justamente porque ele fala do nosso cotidiano. Expõe nossas vísceras com um tapa de luva.”

Site | Febre de Rato

14.09.12 - Para Repensar a Poética_JRowstock

Para repensar a Poética

Por J.Rowstock

Tudo bem gostar de livros de poesia tradicionais, eu como escritor e leitor também prefiro a maneira habitual de degustação poética literária. Entretanto, acredito que deveríamos repensar as formas de fazer poesia, de modo que estamos vivenciando uma época onde o consumo para com a poesia é cada vez mais baixo. Livros de poesia vendem tão pouco que hoje em dia as editoras só lançam quem já têm um público realmente fiel ou as já reedições de poetas consagrados de outrora.

Uma vez que a poética está um tanto quebrada ao meio, é imperativo salvar este modelo de escrita repensando a poesia. De modo que se faz necessários termos de volta aquela poesia cantada como em outros tempos, pois de fato esta poesia  que hoje temos e que estamos lendo de voz baixa e impressa apenas num papel branco ou pardo até poderá conseguir manter seus leitores fiéis, porém não ganhará mais do que isso, já que os novos leitores que mais estão acostumados a televisão e ao computador não sentirão o tesão necessário para apreciar a boa poesia.

Talvez, seja o modelo corriqueiro de lançamento de livros de poesia que faz a poética perder um tanto de leitores e estagnar a produção. De fato, temos tão bons poetas como nunca tivemos, mas para fazer essa nova geração deslanchar é preciso pensar novas formas de fazer poesia e de vender poesia.

Portanto, é imperativo buscarmos novidade se quisermos somar e multiplicar leitores de poesia no Brasil e no mundo. Repensar a poética que vêm sendo feita é preciso…